Lá nas nuvens…

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Estar nas nuvens, mesmo que dentro do avião, é como estar em paz, apesar de estar vivendo um turbilhão!

Olho pela janela e vejo uma imensidão de branco, um infinitivo de nada, um azul incomparável, misturado a uma paz que não sei de onde vem. Uma luz que aparece bem no além e uma calma que, inexplicavelmente, me transforma em alguém. Continue lendo “Lá nas nuvens…”

Nossas vontades

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Às vezes a gente se sente assim: nem lá nem cá, meio assim assado, meio sem saber de nada. Uma vontade louca de não sei o que. Um dia para fazer qualquer coisa. Uma vida para dizer que valeu a pena! Abrir o armário e jogar a mala aberta na cama, sem muito critério enchê-la de roupas e sair pela porta para não sei onde e não sei com quem! Quem nunca quis surtar dessa maneira? Ou seria: quem nunca quis viver dessa maneira? Ou seria: viver surtada? Nessa loucura sem rumo, com rumo à felicidade acompanhada? Continue lendo “Nossas vontades”

Assim como nos contos de fadas!

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Quando jovens, tínhamos a tendência de ser sonhadores, acreditar em príncipes e princesas encantadas. Amávamos filmes de romance, chorávamos com histórias de amor, torcíamos pela mocinha e pelo mocinho. Enfim, éramos românticos. Acreditávamos, de alguma forma, em contos de fadas. Com aquela pitada de “sou realista”, mas acreditando sempre que a história de princesa poderia realmente ser possível. Continue lendo “Assim como nos contos de fadas!”

De cara lavada…

Sempre amei escrever. Era daquelas crianças que amava ter redação em qualquer coisa da escola. Sempre fui daquelas adolescentes que amava escrever cartas quilométricas ou escrever em agendas e diários. Quando comecei a procurar emprego, adorava quando me pediam para escrever uma redação. E sempre guardava o que eu tinha escrito (na medida do possível), e quando chegava em casa, eu escrevia tudo de novo num papel para poder ter guardado e para mostrar para minha mãe. Ou seja, sempre fui a louca da escrita! Não sei porque eu nunca me dei conta que eu deveria usar isso para ser minha profissão de alguma forma. Escrever sempre me fez bem, sempre me fez sentir viva. Sempre tive a impressão de que o papel me entendia melhor do que ninguém.

Mas a verdade é que segui um caminho totalmente oposto à escrita e a única coisa que escrevo atualmente no meu trabalho são relatórios – que estão longe (muito longe!) de ser a escrita que eu sempre gostei, que eu sempre sonhei! E foi por isso que há 8 anos eu resolvi criar um blog. Ainda não tinha muita ideia de como seria ou no que daria, mas tinha certeza de que ali seria um cantinho especial, pois eu conseguiria ser a Aline que morava dentro de mim e que sempre quis “ter voz”. Continue lendo “De cara lavada…”