Não seja o seu próprio inimigo!

Já parou para avaliar o quanto você afasta as pessoas à sua volta? Já parou para avaliar o quanto você julga o outro e não olha para o seu próprio umbigo? Já parou para avaliar o quanto se achar sempre na razão, só está te levando para um buraco escuro e solitário?

Uma briga aqui. Um desentendimento ali. Uma chateação a mais no dia. Um disse-me-disse sem sentido. Um sentimento guardado sem razão de ser. Pensamentos aleatórios de coisas que nem realmente estão acontecendo. Uma certeza de que algo está errado, enquanto o mundo está somente andando e você pirando.

Tudo é motivo para argumentar. Tudo é motivo para se irritar. Tudo é motivo para achar o outro errado. Tudo é motivo para, mesmo que involuntariamente, levar para longe tudo e todos! O outro sempre está errado. Você sempre está certa. E mesmo quando você sabe que está errada, no esquema da autossabotagem, inventa um motivo bobo para “colocar a culpa” no outro e passar a ser a certa.

E onde isso tudo está te levando? Para o abismo! Sozinha! Sem ninguém! Porque todos sempre têm um “problema”. Todos sempre são chatos. Todos sempre te incomodam com alguma coisa, mesmo que ínfima, mas que você torna enorme e pesada.

Talvez se colocar no lugar do outro ajudasse. Ajudasse a entender os motivos, as desculpas, os argumentos. Mas para que se colocar no lugar se você pode continuar se achando certa e se mantendo no “seu pedestal”?

Repense! Isso não é saudável!

A vida é curta. A vida passa e muitas vezes nem percebemos as coisas que andam acontecendo, de tão rápidas que elas estão se mostrando. A vida não perdoa se você ficar “dormindo no ponto”. Guarde menos rancor. Se preocupe com coisas mais sérias. Fique chateada pelo o que realmente importa. Brigue com quem mereça todo esse seu esforço. Pare de falar com quem não está te agregando nada. Não vire as costas para pessoas que estão simplesmente felizes enquanto você cria histórias na sua cabeça. Não despeje em ninguém suas amarguras diárias sem a mínima necessidade. Não seja a erva daninha que as pessoas, aos poucos, vão querendo ver longe.

Por fim, não faça tempestade onde o sol quer nascer! A vida é muito melhor quando se tem pessoas por perto. Quando se está sempre sozinha, a gente vira a própria tempestade e afasta até a vontade do sol de querer se manisfestar na gente! Não seja aquilo que você mesma critica em todo mundo. Todos estão vendo. Só você que insiste em se manter de olho fechado e ignorando os sinais da vida. Não faça tempestade onde o sol quer nascer! Busque ser o sol! Você vai aprender a ser mais feliz!

Aline Ribeiro.

Ah saudade… como eu sinto!

É assim, simplesmente assim. Uma coisa que vem e não tenho como explicar.
Aparece do nada e sem muitos rodeios me deixa sem ar. E sinto saudade.
Saudade boa. Estado de melancolia. Mas a sensação é boa.
Saudade de coisas que não voltam. De coisas que sei que não posso ter mais.
Saudade de momentos vividos. De momentos que eu sei que não se repetirão.
Saudade de pessoas que passaram e marcaram. De pessoas que hoje nem sei onde estão.
Simplesmente saudade de situações e instantes que, embora eu nem saiba se um dia aconteceram ou se um dia acontecerão, simplesmente sinto saudade.
Vontade de voltar no tempo e aproveitar. Vontade de acelerar o tempo e relaxar.
Saudade de cheiros, beijos, carinhos e olhares, que de olhos fechados até posso enxergar.
Cheiros, beijos, carinhos e olhares que já passaram e que ainda nem chegaram.
E sigo sentindo saudades e vontades… vendo o tempo passar e a saudade só aumentar.
E se um dia me perguntarem do que mais eu sinto saudade…
… lamento informar, mas são tantas coisas que nem ao menos posso enumerar!

Aline Ribeiro.

Ainda dá tempo!

tempo

Quando eu era jovem, eu acreditava em príncipe encantado. Sem vergonha de admitir. Acreditava mesmo e ponto final. Eu era muito sonhadora. Daquelas que amavam filmes de romance, choravam com as histórias de amor e torciam pela mocinha e pelo mocinho. Eu era romântica. Eu acreditava em contos de fada. Mesmo! Eu tinha plena convicção de que, embora a vida fosse real, viver uma “real história de princesa” era totalmente possível. Sonhava em me casar linda, toda de branca, com uma linda cerimônia, com tudo que tem direito, igual princesa mesmo!

Mas o tempo passa! E a gente aprende tanta coisa com o tempo. Nosso amado professor tempo. Professor na escola da vida. A gente aprende com as coisas boas e com as coisas ruins. E, embora algumas pessoas insistam em não querer aprender, o tempo ensina. É tipo como numa escola de verdade: se você não assimilar a lição e não tirar nota boa, você fica reprovado e tem que fazer tudo de novo. E quem já ficou reprovado ou de recuperação sabe: a segunda vez é sempre mais chata, mais cansativa, mais dolorosa. E se tiver terceira, quarta, quinta, fica cada vez mais insuportável de recuperar.

Mas se recupera! O tempo sempre ensina!

E nesse tempo de muitas lições ensinadas e aprendidas, eu descobri que o mundo não era assim tão cor de rosa quanto eu imaginava. A gente aprende que rasteiras existem, que o lado cinza não é mostrado nos filmes, que as pessoas podem (e são!) bem cruéis quando querem ser e que muitos príncipes não merecem ser chamados nem de sapo!

No mundo real, as pessoas parecem falar o que querem. Parece não existir um filtro entre o cérebro e a boca: pensou, falou! E isso machuca! Isso coloca “em cheque” certezas que já temos em nossas vidas. Isso nos faz pensar se estamos certos ou errados em coisas que antes eram normalmente aceitáveis dentro de nós. Coloca-nos a pensar em situações hipotéticas, irreais, surreais.

Eu descobri que nem sempre acontecem as coisas que a gente quer e nem na hora que a gente quer. E que isso vai acontecer muito mais frequente do que a gente imagina. Que a vida muitas vezes vai ser leve e tranquila, mas é para amenizar os turbilhões que vivemos. Eu entendi que, diferente dos contos de fadas, os “vilões” não têm um esteriótipo muito fácil de decifrar. Mas que não ficam muito longe do que vimos: muitos se fazem de amigos, mas com palavras encapsuladas de maldade e facas – que vão ferir nosso coração como uma punhalada no momento crucial do filme.

Mas quer saber? Eu não me importo! Talvez eu não seja aquela Aline do passado. Mas eu não acho que passei da idade para absolutamente nada na vida, inclusive para amar. Afinal, não existe idade limite para amar! Meu limite para amar é simplesmente ilimitado! Eu ainda sou romântica, eu ainda mantenho sonhos e ainda acredito no final feliz! Só que agora com uma maturidade que me faz entender que um corpo ou rosto bonitos não são tão charmosos quanto um ar de inteligência e que o “felizes para sempre” tem mais ligação com querer bem ao outro do que efetivamente com aquela coisa do “morrer de amor sem ar”.

Ainda dá tempo de tudo. É só a gente realmente querer!

Aline Ribeiro.

Na dúvida, fique calado!

8e518891-dc05-4edb-a3c8-39e26776fec3Tenho 36 anos, não sou casada e nunca fui. Tenho 36 anos, não tenho filhos e nunca engravidei. Tenho 36 anos e não comprei um carro ou uma casa ou um cachorro. E, aparentemente, isso é um crime para a tradicional família brasileira!

Tenho uma profissão, gosto dela, já alcancei altos voos no ramo que escolhi, sou formada e pós graduada, sei falar bem Inglês e Espanhol, já viajei bastante e espero nunca parar. Mas… tenho 36 anos e até hoje não formei a minha “família perfeita”. E por esse motivo, para a sociedade, sou um ET vagando pela Terra!

Semana passada, passei pela seguinte situação (pela milésima vez na vida!):
“Você já tem filhos também?”
Não! Não tenho!
“Ah! Sério? Mas você não quer ter filhos?”
Vamos deixar que o tempo responda isso, né?
“Ahhh mas já tem idade pra ter, né?”
[… e continuou]

Aí eu faço a seguinte pergunta ao universo: qual o objetivo dessa conversa? Qual o objetivo dessa pessoa? Era alguém que nunca tinha me visto na vida. Que não sabe absolutamente nada da minha história. E pior, que vai continuar sem saber! Mas se acha no direito de fazer esse tipo de pergunta e, de alguma forma, se meter na vida alheia.

As pessoas deveriam se colocar mais no lugar do outro. Você sabe o motivo do outro não ter filhos com aquela idade? Sabe se a pessoa optou por não tê-los ou se a pessoa não pode tê-los por alguma questão fisiológica ou se a pessoa não os tem porque não encontrou ninguém para formar essa família ou sei lá o quê?

Por que existem tantas pessoas sem empatia no mundo? Eu até acredito que alguns não façam por mal e que essas perguntas surjam por pura falta de noção mesmo. Mas aí a pessoa questionada começa a te responder um tanto incomodada, o que você faz? Você para! Você percebe! Você não continua o diálogo para não expor ainda mais o outro!

E vou ainda mais além: você não sabe o que esse tipo de pergunta pode desencadear naquela pessoa. E se ter filhos, se casar, formar uma família, for o que aquela pessoa mais quer na vida e simplesmente não consegue? E aí? Imagina em que ferida você está tocando! Imagina que “rombo” você vai abrir! Imagina tudo o que você pode estar desenterrando e que vai fazer super mal a quem está sendo questionado! Só imagine o estrago que você pode estar fazendo! Na dúvida, não faça! Fique calado!

O mundo continuaria não sendo perfeito, mas seria muito melhor se a gente pudesse contar com o bom senso das pessoas e o “se colocar no lugar do outro”.

Tenho 36 anos, gostaria de ter me casado, mas não casei. Tenho 36 anos, gostaria de ter sido mãe, mas não fui. Tenho 36 anos, gostaria de ter casa, carro e cachorro, mas não são minhas prioridades no momento. Tenho 36 anos, mas, que eu saiba, ainda não estou morta e a vida não acaba daqui a alguns dias…

Deixem as pessoas viverem em paz! Não sejam responsáveis pela queda dos outros! Não desencadeiem depressões e similares em pessoas que só estão vivendo, independente se nas regras da família tradicional ou não!

Aline Ribeiro.

Lá nas nuvens…

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Estar nas nuvens, mesmo que dentro do avião, é como estar em paz, apesar de estar vivendo um turbilhão!

Olho pela janela e vejo uma imensidão de branco, um infinitivo de nada, um azul incomparável, misturado a uma paz que não sei de onde vem. Uma luz que aparece bem no além e uma calma que, inexplicavelmente, me transforma em alguém.

Alguém que quer tentar, que quer vencer, que tem esperança e acredita no amanhã! Que sonha alto, que não desiste, que não se abate, mas que só dentro de mim existe!

Lá na frente o piloto anuncia a chuva que nos impede de pousar. Olho pela janela e vejo o sol que insiste em brilhar! Cenários controversos, tanto quanto meus pensamentos. Vejo céu, vejo terra, vejo mar e infinito. Daqui tudo parece calmo e bonito. Meu pensamento voa e vai além do que posso controlar. Vai a lugares diferentes da realidade que me espera ao aterrissar.

E aí eu paro e penso: pensamentos criam forma!!! Pensamentos são lugares!!! Onde queremos estar? Qual forma queremos tomar? E para onde queremos ir? Só sei que de pensamentos bons, desses sim eu aceito me definir!

Crie sonhos. Alimente-os como uma criança e os faça tomar forma e crescer. Olhe pela janela e veja nuvens. E enxergue no horizonte aquela pessoa que você sempre sonhou ser!

Aline Ribeiro.

Nossas vontades

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Às vezes a gente se sente assim: nem lá nem cá, meio assim assado, meio sem saber de nada. Uma vontade louca de não sei o que. Um dia para fazer qualquer coisa. Uma vida para dizer que valeu a pena! Abrir o armário e jogar a mala aberta na cama, sem muito critério enchê-la de roupas e sair pela porta para não sei onde e não sei com quem! Quem nunca quis surtar dessa maneira? Ou seria: quem nunca quis viver dessa maneira? Ou seria: viver surtada? Nessa loucura sem rumo, com rumo à felicidade acompanhada?

Acompanhada de sonhos, acompanhada de ideias, com rascunhos mentais e lembretes sem regras. Uma vida sem medos, sem vergonhas e com liberdade. Viver por viver, sorrir sem motivo e se preocupar somente com o próximo destino à felicidade. Descobrir novos mundos ao redor do mundo e dentro de você! Conhecer novas pessoas, em novas culturas e sem perceber!

Decidir sem certeza, arriscar sem razão, viajar de olhos abertos e ouvir única e exclusivamente o seu coração. Descobrir que é capaz de coisas nunca imagináveis, descobrir que não é tão forte quanto pensava, se importar sem se importar demais e seguir a vida nessa imensidão de aprendizados que só nos damos conta quando enfiamos a cara… a cabeça, os braços, as pernas, o corpo, a mente, o coração… Largar tudo, sem largar. Deixar tudo sem deixar. Ir embora sem partir. A gente é assim, essa mistura sem fim entre saber o que quer e não saber, querer e não querer, arriscar sem arriscar e sonhar sem nunca tentar!

Aline Ribeiro.

De cara lavada…

Sempre amei escrever. Era daquelas crianças que amava ter redação em qualquer coisa da escola. Sempre fui daquelas adolescentes que amava escrever cartas quilométricas ou escrever em agendas e diários. Quando comecei a procurar emprego, adorava quando me pediam para escrever uma redação. E sempre guardava o que eu tinha escrito (na medida do possível), e quando chegava em casa, eu escrevia tudo de novo num papel para poder ter guardado e para mostrar para minha mãe. Ou seja, sempre fui a louca da escrita! Não sei porque eu nunca me dei conta que eu deveria usar isso para ser minha profissão de alguma forma. Escrever sempre me fez bem, sempre me fez sentir viva. Sempre tive a impressão de que o papel me entendia melhor do que ninguém.

Mas a verdade é que segui um caminho totalmente oposto à escrita e a única coisa que escrevo atualmente no meu trabalho são relatórios – que estão longe (muito longe!) de ser a escrita que eu sempre gostei, que eu sempre sonhei! E foi por isso que há 8 anos eu resolvi criar um blog. Ainda não tinha muita ideia de como seria ou no que daria, mas tinha certeza de que ali seria um cantinho especial, pois eu conseguiria ser a Aline que morava dentro de mim e que sempre quis “ter voz”.

E ali realmente fui muito feliz. Conheci pessoas sensacionais que levo até hoje na minha vida. Tive contato com muitas outras que nunca vi pessoalmente, mas que fizeram parte da minha vida por um tempo, que me mandavam palavras que mudavam meus dias. E o melhor de tudo, ali eu fui capaz de, com as minhas palavras, mudar o dia, a cabeça e a vida delas também. E saber disso, me fazia a pessoa mais realizada!

Só que a vida às vezes toma um rumo diferente, segue um caminho que a gente não tinha planejado e nos dá umas rasteiras que muitas vezes fica difícil de levantar. E numa dessas eu larguei o blog. Eu simplesmente não conseguia mais escrever. Eu não tinha ânimo nem para começar. Por diversas vezes me peguei sentada na frente do computador sem conseguir ao menos colocar no papel as milhares de coisas que se passavam na minha cabeça. E esse foi o fim daquele lugar tão amado por mim (e por muitas pessoas que me mandavam mensagem pedindo para eu voltar).

E o tempo passou. E como tudo na vida, as coisas foram se ajustando. E a minha vontade de escrever se mantinha lá firme e forte. A vontade nunca morreu… o que havia morrido era a minha inspiração – se é possível dizer que inspiração morre alguma vez. E foi então que em 2016 eu criei o Dedilhando. Criei com a ideia de ser um lugar novo, um lugar sem rastro, um lugar sem passado, somente com a mesma escritora, de coração aberto e transbordando de vontade de escrever. Entretanto, criei, mas novamente não conseguia escrever.

eco

Um ano se passou e o blog ficou parado. Vários ensaios para “inaugurá-lo”, querendo fazer dele um lugar diferente! E nada dava certo. Nenhuma tentativa era boa, todas em vão. E aí veio 2017 – um ano que foi muito importante pra eu me dar conta de que as coisas só acontecem mesmo na nossa vida quando a gente realmente decide que elas precisam acontecer. E no final de 2017 eu decidi que eu precisava disso, eu precisava escrever, eu precisava voltar a ter a mesma satisfação de antes em colocar no papel o que eu estava sentindo. E aí comecei a dar uma cara, comecei a pensar no formato… e no início de 2018 eu resolvi tirá-lo da minha cabeça e trazê-lo à vida.

A ideia era ser um blog com textos não muito longos, sem parecer um diário onde houvesse desabafos, alegrias ou qualquer outra coisa que parecesse informal. A ideia era colocar minhas inspirações num tom mais “sério” do que um simples “blog da Internet”, contando “causos”. E nessa eu publiquei os dois primeiros posts e nasceram outros tantos que estão no rascunho.

Só que ainda estava olhando pra ele e não conseguia senti-lo meu! Até que hoje, sentada na frente do computador e lendo alguns textos do blog antigo, eu me dei conta de que não adianta tentar mudar para ser o que eu não sou! Eu sou assim de escrever o que me vem na cabeça, de fazer meus desabafos, de escrever meus textos misturados onde ninguém tem certeza se eu estou falando de mim ou se eu estou falando de um tema ou pessoa genérica. E foi aí que eu me dei conta de que é disso que eu gosto: de sentar aqui e fazer o que eu estou fazendo agora. Esse post já está enorme, mas provavelmente ele tem muito da minha alma, sem tirar nem por! E era disso que eu sentia falta. Era disso que eu estava precisando. É isso que eu amo fazer e eu não posso fugir mais.

É assim que nasce o Dedilhando – de novo! É assim que eu apresento ao mundo o lugar onde eu me sinto em casa; o lugar onde eu sou eu; o lugar onde vocês nunca vão saber se realmente sou eu; o lugar onde a minha alma se expõe de cara lavada, sem nem ao menos mostrar a cara; o lugar onde eu espero que vocês se encontrem e amem assim como sempre foi.

Espero dedilhar minhas palavras aqui para que elas ecoem na alma de vocês e façam vibrar nas ondas de nossos pensamentos.

Sejam muito bem vindos à minha casa. Sejam muito bem vindos ao Dedilhando.

Aline Ribeiro.